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Brasil concentra otimismo com inteligencia artificial, mas ocupa o 13. lugar em prontidao entre 16 grandes economias globais

O Brasil enfrenta um paradoxo digital: lidera o otimismo com Inteligência Artificial na América Latina (52%), mas ocupa a 13ª posição em prontidão entre as 16 maiores economias globais. Um levantamento do projeto Code Hack revela um “apagão estrutural”, onde 63% das organizações operam sem governança de IA, resultando em dados fragmentados que limitam o ROI real a apenas 25% das empresas brasileiras. Os especialistas Felipe Nasser (Mestre em Neuromarketing) e Thaís Basem Bastos (Mestre em Competências Digitais) argumentam que o país negligencia a estratégia e a neurociência. Enquanto Nasser destaca que o entendimento dos gatilhos biológicos é vital para evitar que a IA gere apenas ruído — citando que a intervenção humana estratégica pode elevar o CTR em nove vezes —, Bastos foca na “visibilidade algorítmica”. Com os AI Overviews presentes em até 25% das buscas e uma queda prevista de 25% no volume orgânico tradicional até 2026, métodos de AIO e GEO tornam-se obrigatórios para a sobrevivência das marcas . Com o mercado global de IA para marketing projetado em US$ 82,23 bilhões até 2030, a metodologia Code Hack propõe a transição para o marketing AI-First . O objetivo é formar o “AI Orchestrator”, integrando infraestrutura de dados e comportamento humano para garantir a competitividade brasileira na nova economia agêntica.