O governo do Estado* divulgou uma nota reforçando que todos os Agentes de Desenvolvimento Familiar (ADFs) estão devidamente identificados por meio de um uniforme característico, utilizado no Programa Família Gaúcha. Essa comunicação foi feita em resposta a relatos sobre a presença de indivíduos que se passavam por ADFs durante visitas às residências.
Segundo informações do governo, o uniforme dos agentes consiste em boné, camiseta, colete ou jaqueta, além de um crachá que comprova sua identidade. Os ADFs também utilizam veículos com adesivos que exibem os símbolos do Estado e do programa em parceria.
“Com essa identificação, as famílias atendidas pelo programa podem receber os agentes com confiança em suas casas. Caso haja qualquer dúvida quanto à legitimidade do agente, as famílias têm a opção de contatar o Cras (Centro de Referência de Assistência Social) local”, informa a nota.
Sobre o Programa
Os ADFs são encarregados de acompanhar cada família selecionada. Em colaboração com o Comitê Local Intersetorial, eles desenvolvem Planos de Autonomia visando reduzir as vulnerabilidades identificadas nas famílias.
Iniciado em 2025, o Programa Família Gaúcha atende aproximadamente 10 mil famílias em situação de vulnerabilidade social, distribuídas em 92 municípios do Rio Grande do Sul. A proposta oferece acompanhamento individualizado e intersetorial por um período de 22 meses, com foco na promoção da autonomia das famílias assistidas.
Cada núcleo familiar recebe apoio de um ADF e é monitorado por comitês nas esferas local, municipal e estadual. O objetivo final é facilitar a emancipação social das famílias atendidas. No total, são 314 ADFs e cerca de 170 Cras envolvidos no estado.
*Por meio da Sedes (Secretaria de Desenvolvimento Social)
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